sábado, 16 de maio de 2009

Milagres eucarísticos: Hóstia e vinho viram carne e sangue no altar

Com a aproximação da Semana Santa e de Corpus Crhisti, é oportuno lembrar as celebrações religiosas da igreja católica, cujo ponto central é a Eucaristia. Este é o ponto culminante de todas as celebrações, já que Jesus Cristo recomendou que celebrássemos a sua memória e que assim Ele estaria presente em nossas vidas por todo o tempo, isto é, na vida e na morte, oferecendo-nos ainda a vida eterna. Esse procedimento deu origem à celebração da Missa.
Muitos não se preocupam mais com a riqueza desta espiritualidade, no entanto, mais de 130 milagres durante a celebração eucarística (Missa) já foram registrados em todo o mundo, sem falar na francesa Marthe Robin que alimentou-se por mais de 40 anos só da Eucaristia. Também na Alemanha Teresa Newmann alimentou-se por 36 anos só da Eucaristia, tendo um destes fatos mais recentes chegado a nossos dias e mostrado pela TV.
Na cidade de Lanciano, Itália, no ano 700, um monge da ordem de São Basílio estava celebrando na Igreja dos santos Degonciano e Domiciano. Terminada a Consagração, que ele realizara, a Hóstia transformou-se em carne, e o vinho em sangue depositado dentro do cálice. O exame das relíquias, segundo critérios rigorosamente científicos, foi efetuado em 1970-71 e outra vez em 1981 pelo Professor Odoardo Linoli, catedrático de Anatomia e Histologia Patológica e Química e Microscopia Clínica, Coadjuvado pelo Professor Ruggero Bertelli, da Universidade de Siena. Os resultados foram surpreendentes: a Hóstia é constituída por
fibras musculares estriadas, pertencentes ao miocárdio; quanto ao sangue, foi constatado que se trata de sangue humano do grupo sanguineo ‘A’ contido na carne e no cálice. Os exames revelam tratar-se sempre do mesmo sangue grupo ‘AB’ (sangue comum aos Judeus). Este é também o grupo que o professor Pierluigi Baima Bollone, da universidade de Turim, identificou no Santo Sudário.
Apesar da sua antiguidade, a carne e o sangue se apresentam com uma estrutura de base intacta e sem sinais de alterações substanciais; este fenômeno se dá sem que tenham sido utilizadas substâncias ou outros fatores aptos a conservar a matéria humana, mas, ao contrário, apesar da ação dos mais variados agentes físicos, atmosféricos, ambientais e biológicos. Isto quer dizer que há mais de 1.300 anos quando este milagre aconteceu, a carne e o sangue se apresentam intactos, como se o fenômeno tive acontecido hoje. Não houve deterioração, como milhões de fiéis de todo o mundo constaram e podem constatar ainda ao vivo.

Origem de Corpus Christi

Outro milagre semelhante aconteceu também em Orvieto, na Itália, em 1263. Jesus havia aparecido à Beata juliana de Cornillon (falecida em 1258), pedindo a introdução da festa de “Corpus Domini” (Corpo do Senhor), no calendário litúrgico da Igreja. O Pe. Pedro de Praga celebra uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena e, então ocorre o milagre: da Hóstia consagrada caem gotas de sangue sobre o corporal… O Papa Urbano IV (1262/1264), residia em Orvieto e ordena ao Bispo Giacomo levar as relíquias de Bolsena a Orvieto, o que, segundo consta, ocorreu durante grande procissão de fiéis que enfeitavam os caminhos a exemplo da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. O Papa emitiu a Bula Transiturus de mundo, em 11/08/1264, onde prescreveu que na 5ª feira após a oitava de Pentecostes, seja celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor originando assim a celebração de “Corpus Crhisti”, ainda hoje comemorado pela igreja católica em todo o mundo, ocasião em que os fiéis enfeitam as ruas por onde passa a procissão. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício daquela primeira celebração. Em 1290 foi construída a Catedral de Orvieto, chamada de “Lírio das Catedrais”.
Mais um milagre eucarístico dos mais intrigantes aconteceu em 28 de março de 1171 na Basílica de Santa Maria in Vado. Naquela época propagava-se com perigo, a heresia de Berengário de Tours (†1088), que negava a presença real de Cristo na Eucaristia. Naquela data o Pe. Pedro de Verona, com três sacerdotes celebravam a Missa de Páscoa; no momento de partir o pão consagrado, a Hóstia se transformou em carne, da qual saiu um fluxo de sangue que atingiu a parte superior do altar, cujas marcas são visíveis ainda hoje. Há documentos que narram o fato, dentre eles, um documento de 1197 narrando o impressionante fato com todos os detalhes.
Em 1273, Ricciarella Stasio - devota imprudente, realizava práticas supersticiosas com a Eucaristia; em uma dessas profanações, a Hóstia se transformou em carne e sangue. Foram entregues ao pe. Giacomo Diattollevi, e são conservadas até hoje. Há muitos testemunhos históricos sobre este fato.
Dentre as centenas de milagres eucarísticos comprovados, acontecidos no mundo, o último deles ocorreu na cidade de Stich, na região Bávara da Alemanha, junto à fronteira suíça, há 39 anos, em 9 de junho de 1970.
Daí a conclusão de que Jesus está realmente presente na celebração da Missa e que a Hóstia consagrada realmente é corpo e sangue de Cristo.
Por falta de espaço, não há como descrever aqui todos os milagres eucarísticos comprovados em todo o mundo.

Um comentário:

  1. Fenomenal!!! No próximo dia 09, completará 40 (quarenta) anos, esta transubstanciação.
    Glória a Deus! Aleluia! Hosana in excelsis Deo!
    Domine, no sunt dignus introibu domo nostra!

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