terça-feira, 14 de abril de 2009

Uma cura prodigiosa através do pão eucarístico

Um fato extraordinário me ocorreu há mais de 10 anos e não tive muita coragem para falar com detalhes sobre o assunto, pois acho que poucos vão acreditar. Na época fiz um teste com meus próprios familiares narrando o que me sucedera, mas notei que não devo falar muito sobre isso a fim de não ver minha credibilidade ir por água abaixo. Hoje em dia são poucos os que acreditam nos prodígios de Deus.
No entanto agora, depois que outros prodígios já me ocorreram através da Eucaristia, não me sinto mais tranqüilo carregando comigo esta espécie de culpa por omissão, pois alguém carente de fé pode acreditar no meu testemunho e seguir o exemplo. O fato merece ser divulgado, não por vaidade, como se eu fosse um privilegiado, um escolhido de Deus ou coisa parecida. Nada disso. Muito pelo contrário: quero fazê-lo aqui com absoluta humildade, com o puro intuito de despertar aqueles que precisam de fé e tenham consciência do valor da Eucaristia.
Naquele tempo senti-me com a saúde abalada com um problema intestinal que só vim saber que era grave depois que resolvi consultar a um médico. Pouco abaixo do meu estômago, vinha sentindo há meses, forte dor, tipo gastrite, conforme o tipo de alimentação que ingeria. Ao apalpar com as mãos percebia que no local estava crescendo algo como que um caroço dolorido, bem profundo, que parecia avolumar-se ainda mais a cada semana. Tive intuição de que era coisa grave, (na verdade, os sintomas haviam começado há cerca de um ano) e por isso fiquei adiando a consulta médica, talvez por medo do que seria o resultado, mas não dava mais para agüentar. Meu médico, Dr. Vicente de Almeida, (meu saudoso primo, em Caconde) apalpou e ficou assustado. Poderia ser um tumor no intestino. Ele pediu-me que fizesse alguns exames em Ribeirão Preto, forneceu-me endereço de laboratórios e clínicas para os exames.
Saí do consultório realmente preocupado e ao chegar a Guaxupé, onde moro, passei pela praça da Catedral e escutei os sinos bater para a missa das 19 horas. Entrei e fui direto ao sacrário. Rezei o terço contando nos dedos, pedindo a minha cura. Não que eu tivesse medo de morrer, mas senti que não era desta feita que ia partir desta vida. Meus filhos eram ainda muito jovens e com certeza precisariam de mim.
O padre chegou mais cedo e resolvi me confessar a fim de receber a comunhão com dignidade. Assisti a missa com uma fé e devoção que nunca havia tido. E perguntava para mim mesmo o porquê de nunca ter participado de uma celebração daquela maneira, com tanta devoção e acolhimento. Na hora da Eucaristia recebi a comunhão com verdadeira consciência da presença de Jesus Cristo naquele pedacinho de pão que, depois de consagrado passa a ser seu corpo, sangue e divindade, como Ele fez na última ceia e recomendou que assim fizéssemos sempre, para celebrar a Sua memória.
Naquela hora Implorei pela cura que eu tanto precisava. Acreditem ou não, mas a cura aconteceu de maneira prodigiosa ali mesmo, dentro da Catedral. A partir daquele momento não senti mais nada e tudo desapareceu até hoje.
Passado uma semana, o médico me ligou cobrando informações sobre a minha viagem a Ribeirão Preto. Disse-lhe que não tinha ido e que havia sarado. Dr. Vicente não acreditou e ficou muito bravo pelo telefone, pedindo-me que chamasse minha mulher.
Inventei uma desculpa dizendo que ela não estava em casa, pois na verdade ela nem sabia de tal enfermidade, pois eu não havia contado para ninguém. O médico mostrou-se muito preocupado comigo, além de tudo era meu primo e teimava em vir aqui em casa no dia seguinte para me ver. Para facilitar as coisas, propus a ele que eu mesmo iria até seu consultório em Caconde, no dia seguinte.
Ao ser examinado novamente, o médico não encontrou mais nenhum sintoma do que havia deparado na consulta anterior. Sem entender o que havia ocorrido ele pediu-me que permanecesse em observação e que voltasse no seu consultório periodicamente.
Nunca mais senti aquele incômodo. Não há dúvida de que fui realmente curado pela Eucaristia. Com isso, aprendi o caminho da igreja. Voltei várias vezes para agradecer e pedir outras curas do corpo e da alma. Até hoje não posso dizer que teve alguma vez que recorri a Deus pela Eucaristia e que não fosse atendido.
Ainda hoje, diante do sacrário ou do Santíssimo, me curvo ao máximo e me lembro de tudo. Às vezes me emociono quando contemplo o Santíssimo exposto no altar. Há alguns meses estava fazendo uma vigília diante do Santíssimo quando alguém começou a tocar no teclado e cantar a música “Quão Grande és tu”. Naquela hora tive que me esconder atrás de uma das colunas da Catedral, pois fui tomado de grande emoção.
Aprendi o caminho e outras curas e graças já me ocorreram através da Eucaristia praticada de modo consciente do seu valor, e em estado de graça, após uma bela confissão.

Obrigado meu Deus, pelo seu silêncio!

Obrigado meu Deus, pelo seu silêncio!

Alguns escritores ou articulistas ateus, descompromissados com a verdade, publicam livros ou divulgam suas idéias em outros órgãos de comunicação afirmando que não existem provas de tudo o que está escrito na Bíblia, induzindo assim seus leitores a desacreditar em Deus. O intuito de quem assim procede não pode ser outro a não ser lucrar com a venda de livros ou criar fama pela ousadia do tema.
Para estes, nem os pergaminhos e manuscritos encontrados no Mar Morto servem para comprovar, pois vão dizer que são falsos. Parecem contrário a tudo o que edifica. E como vendem suas idéias, pois esta geração é consumista em larga escala de tudo o que é extravagante, sensacional e absurdo.
Fico admirado de como uma pequena afirmativa negativa, sem fundamento, faz um estrago enorme nas mentes daqueles que ignoram os ensinamentos de Deus ou dos jovens que não conhecem e nem acreditam nos evangelhos. Comparo estes com a Parábola do Semeador, na parte em que, uma das sementes não caiu em terra fértil, não cresceu, não virou árvore, não deu frutos.
Nesta interessante explicação da parábola, o Mestre mostra a realidade do seu reino: “a semente é a Palavra de Deus. A que caiu ao longo do caminho, são aqueles que a ouvem, mas depois vem o demônio e tira-lhes a palavra do coração para que não se salvem crendo. A que cai entre as pedras são os que ouvem a palavra e a recebem com gosto, mas como não têm raízes, crêem por certo tempo e depois voltam atrás com a tentação. A que caiu entre os espinhos são aqueles que ouviram a palavra, mas depois de sufocados pelas riquezas e prazeres deste mundo, não dão fruto. Enfim, a que cai em terra boa são aqueles que recebem a palavra com boas disposições e produzem fruto pela perseverança".
Muitos acreditam nos ensinamentos bíblicos só até encontrar o primeiro louco que afirme tudo ao contrário, por ignorância ou por mero sensacionalismo, semelhante a uma das sementes que não caíram em terra boa.
Os quatro evangelistas, por exemplo, morreram pobres, foram perseguidos e condenados como Cristo. Eles não escreveram os evangelhos no intuito de ganhar dinheiro. Mas ainda encontramos pessoas que duvidam da autenticidade da bíblia. Os apóstolos viviam deslumbrados com o que viram. A fé deles era tão grande que nunca se esmoreceram e nem se intimidaram com as perseguições até a morte.
São Pedro, aquele apóstolo que parecia ser o mais fraco entre eles, criou coragem quando recebeu o Espírito Santo, transformou-se num dos mais ousados defensores de Jesus, foi preso e condenado à morte. Na hora de ser crucificado como aconteceu com o Mestre, achando-se indigno de morrer como Cristo, Pedro pediu que o levantassem na cruz de cabeça para baixo.
Aqueles homens da antigüidade não tinham nenhum medo de serem mártires em defesa das causas de Deus porque acreditavam, tinham fé e se sentiam no dever de dar exemplos. Não é possível que Cristo tenha que voltar de tempos em tempos e morrer várias vezes para que os povos de cada época acreditem nos seus ensinamentos.
Tanto no antigo como no novo testamento da Bíblia, a riqueza do conteúdo é tão grande que só quem viveu realmente aquelas situações poderia narrar com tanto detalhe. Se tudo o que está escrito ali não for verdade, vamos acreditar em quê? Naqueles descompromissados com a verdade, que querem vender suas asneiras de capas bonitas? Qual deus teve uma história tão empolgante, tão bem inspirada e cheia de detalhes como o Deus de Abraão? Jamais Ele nos deixaria desnorteados, na ignorância, sem nos revelar o motivo das nossas vidas, o seu propósito, a lógica da vida.
Já no antigo testamento ficou registrado tudo o que Deus quer de nós e isso não basta? Querem mais? Moisés mentiu? Os profetas mentiram? Cristo não veio para abrir o nosso entendimento e nos resgatar para a vida eterna?
Pessoas incrédulas hoje em dia existem muitas, porque nunca leram a Bíblia, ou se leram, não entenderam nada.
A fé em Deus é a única coisa que me norteia nesta vida, pelas circunstâncias, acontecimentos prodigiosos que me sucederam e que não foram coincidências. Não me lembro de ter pedido alguma graça a Deus que eu não tenha sido atendido, seja na doença ou outras necessidades em que me encontrava. O apóstolo Tomé acreditou porque viu e por isso o Mestre afirmou: “Bendito aquele que crê, sem ter visto”.
Sei que o Deus da Bíblia gostou da maneira como eu acredito nele, como tantos outros acreditam na sua palavra, e por isso peço ao meu Pai Santo, que eu nunca me exalte por causa disto. Preciso ser extremamente humilde como o Senhor quer que eu seja e que nenhum de nós deixe esta vida através da morte, sem antes haver realizado tudo aquilo que Ele espera de cada um.
Consultei a Bíblia nesta hora, como sempre o faço, para ver o que o meu Pai Santo tinha a me dizer a respeito destas coisas que acima relacionei, mas o Senhor não quis se manifestar. Mesmo eu forçando um pouquinho, ocorreu o contrário das vezes anteriores: o Livro Sagrado não se abriu em uma página onde sempre encontro referências às questões abordadas. As páginas pareciam coladas umas às outras, coisa estranha! O livro não se abriu e nenhuma mensagem sobre o assunto eu recebi.
Entendi que o Senhor não quis se manifestar. O seu poder enorme parece relacionado com este profundo silêncio! Obrigado meu Deus, pelo seu silêncio! É no silêncio eterno das estrelas no céu que eu também me encanto com a dimensão do Seu poder. Esta quietude me diz mais do que as palavras podem exprimir a cada vez que contemplo a Sua glória.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Garotas ingênuas podem virar produtos descartáveis

Cresce cada vez mais a safadeza entre a maioria dos jovens, porém os mais prejudicados são as garotas inexperientes e ingênuas. A TV e a liberdade sem censura parecem doutrinar aqueles menos desavisados.
Até nos programas de televisão as garotas entrevistadas dizem abertamente seus problemas: ficaram grávidas e o namorado não quer assumir. Vocês namoraram quanto tempo? perguntou o entrevistador.
— Não, a gente não namorou não. A gente só “ficou” uma vez.
Se a garota é tão volúvel assim, deve ter “ficado” da mesma forma com vários rapazes. Daí como o moço assumir um filho que pode não ser seu? Como vai constituir família com uma garota como esta que não inspira confiança?
Este tem sido o motivo de muitos jovens não se interessarem por casamento, pois os homens possuem instinto de aventureiros, gostam de conquistas difíceis, mas como isto não tem acontecido, passaram a perder a confiança nas garotas.
E se o mundo continuar nesta decadência moral, daqui a pouco não haverá casamentos, as moças viram mães solteiras e “produtos descartáveis” nas mãos dos rapazes que estarão cobertos de razão por não assumir responsabilidades.
Não estou generalizando. Ainda existem muitas garotas confiáveis, porém os rapazes estão ficando cada vez mais ciumentos e desconfiados. Se tentam constituir família e se casam, o casamento dura pouco tempo, pois sabem que antes dele, a garota já teria “ficado” com outros e por isso perdem a confiança e o amor.
As moças precisam ser conscientizadas disto e resgatar o seu valor, a sua moral, deixando de ser ingênuas para não virar “produtos descartáveis”, que passam de mão em mão. Coitados dos pais que atualmente passam pelo martírio de escutar suas filhas conversando com as colegas dizendo: “ontem eu ‘fiquei’ com fulano. Amanhã vou ‘ficar’ com cicrano...” Elas perderam a capacidade de pensar nas conseqüências e também parece que não fazem questão de constituir família. Porque será que as coisas mudaram assim tão radicalmente. Como era bom o tempo em que existia pudor!.
Nos tempos de hoje, se os pais dão conselhos, elas não acreditam. Os mais velhos lhes parecem quadrados, pois o mundo se modernizou de tal forma que e as garotas se sentiriam injustiçadas se tivessem de seguir conselhos e regras. Poucas merecem um voto de confiança dos pais, pois são produtos do meio em que vivem, onde a irresponsabilidade e o despreparo parecem dominar todas as classes.
As jovens estão iludidas com o mundo lá fora onde tudo é diferente do que o pai prega. “Será que só meu pai está certo e o mundo inteiro está errado?”. Quando descobrem que o “velho” tinha razão, é tarde demais.
Para moralizar a situação, é preciso que uma lei seja cumprida: a de fazer com que os menores não permaneçam nas ruas depois das 22 horas como era antigamente. É preciso voltar a proibição da pornografia estampada em revistas e filmes. Censurar certos programas de televisão, contos e teatros eróticos e tudo em fim que só serve para fazer com que as pessoas fiquem ligadas em sexo dia e noite. Os menores precisam trabalhar sim, sem parar os estudos, para sentir responsabilidade desde cedo.
Tenho certeza que desta maneira diminuiria os estupros, as violências sexuais, o uso de drogas e a criminalidade em geral, pois tudo isso é satânico, dependente um do outro. Desta maneira, o mundo voltaria a ter paz, prosperidade, maior produção, menos desentendimentos e banditismo. As pessoas teriam cabeça para produzir, gerar empregos e ninguém precisaria roubar para sustentar os vícios que são uma conseqüência da safadeza. Com certeza diminuiriam os conflitos familiares e as separações.
Os moços voltariam a confiar nas moças. Casamentos não seriam desfeitos porque as mulheres voltariam a ter o valor e a confiança que merecem. De fato elas são de extrema importância na vida dos homens, mas precisam se valorizar. Precisam ser conscientizadas disto. Se houvesse uma campanha em prol da valorização e conscientização das moças, haveria fidelidade conjugal em todos os lares e a paz reinaria no mundo inteiro.
Que as garotas, pelo menos as que estão lendo esta matéria, lembrem-se que são muito importantes. Lembrem-se que meninas volúveis, fáceis de serem conquistadas, serão descartadas na hora em que o namorado resolver constituir família.
Não parece, mas os garotos adoram garotas difíceis de serem conquistadas. Principalmente se eles namoram com boas intenções.
Não deveria existir o medo de perder o namorado se a moça agir com mais seriedade. É certo que alguns moços já viciados em usar e abusar das meninas, podem estranhar se encontrar uma garota confiável, não tão fácil de ser conquistada. Aconteça o que acontecer, mas elas, aquelas que inspiram confiança, nada têm a perder. Assim elas se tornam valorizadas e amadas de verdade, capazes de constituírem uma família distinta até que a morte os separem.

Casamento entre pessoas do mesmo sexo: será que Deus aprova?

Depois que as grandes cidades começaram a apoiar e a imprensa divulgar o movimento “gay”, a perversão vem crescendo assustadoramente. Não se trata de discriminação, quando pessoas nascem ou adquirem tendências homossexuais. A gente respeita as pessoas do jeito que elas são, mas induzir ou estimular o aumento da perversão, é uma afronta à natureza divina, de enorme gravidade, conforme a própria Bíblia nos ensina a lição através da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra. Se os simpatizantes do movimento conhecessem pelo menos os principais acontecimentos do antigo testamento, não se arriscariam a se expor desta maneira.
Os líderes políticos de alguns países não conhecem o conteúdo bíblico que trata do assunto e por isso passaram a legalizar casamentos com pessoas do mesmo sexo. Deus demonstrou que não está satisfeito com estas e outras aberrações modernas que tem acontecido.
Nem os islamitas permitem tais aberrações em seus países, com certeza por conhecer melhor os preceitos de Alá.
Já que “não cai uma folha de árvore sem que Ele tome conhecimento” certamente que ele permitiu também que o terrorismo piorasse, assim como toda espécie de violência, doenças, crises e mortandade que se agravaram de maneira generalizada. Para muitos religiosos, estas coisas são repreensões divinas, principalmente se compararmos com o que acontecia na vida do povo de Israel.

Projeto de Lei incrimina a Homofobia

Para agravar ainda mais a afronta, há um atentado à vida e a família, bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a “homofobia”, ou seja, de punir como criminosos todos aqueles que criticam o homossexualismo. Caso essa lei seja aprovada no Senado, um padre ou pastor evangélico pode parar na cadeira, se instruir suas ovelhas acerca do que diz a Palavra de Deus na Bíblia sobre o homossexualismo (caso algum ativista gay provar que está sendo discriminado).
O Padre Luiz Carlos L. da Cruz, diretor da Fundação Pró-Vida, indignado com este projeto, explicou pela internet que, no dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que “determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas”. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. No Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH).No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para “reexame da matéria”. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — e aprovado — a qualquer momento. O perigo é iminente, mas parecemos estar “deitados eternamente em berço esplêndido”, disse o Padre.Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas. A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, é ofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.Se o projeto for aprovado e convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:• A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).• Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).• A conduta de um sacerdote (ou pastor) que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).• A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado “muito grande” (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).
Muitas pessoas conscientes do problema estão se manifestando contra esse projeto usando o “Alô Senado” ligando grátis para 0800 612211 como também enviando e-mail, carta e fax. endereços dos senadores no site www.vinacc.org.br

Quando a gente pede e Deus não atende

Tem sido comum nos dias atuais certos jovens questionar sobre a existência de Deus, alegando que fez orações num momento de dificuldade e não foi socorrido.
Abordando esta questão, eu mesmo tenho recebido e-mails de pessoas que lêem meus artigos religiosos, gostam, elogiam, mas alegam que perderam a fé porque quando mais precisaram, pediram a solução de seus problemas em oração, mas Deus não atendeu.
No entanto parece que não sabem que, em primeiro lugar, para suas orações chegarem até ao Senhor é preciso se preparar. Esta preparação consiste em estar em estado de graça. Um deles me perguntou o que era “estado de graça”.
Certamente este não havia feito o Catecismo e nem a primeira comunhão, se é católico. Por isso tive de explicar-lhe através do Messenger que, estar em estado de graça é quando se é perdoado dos pecados. Quem vive transgredindo as leis de Deus, (os 10 mandamentos), é claro que está cheio de pecado e por isso a sua oração pode não atingir seus objetivos. Como Deus vai socorrer quem se posiciona contra aos seus ensinamentos?
Fazer um exame de consciência, isto é, lembrar os pecados, reconhecer suas culpas e pedir a Deus perdão (durante oração bem feita) já é meio caminho andado para agradar ao Pai Eterno. Se possível, deve fazer a coisa completa, confessando os pecados a Deus através de um padre, se for católico, ou da maneira que manda cada religião e depois pode ter a certeza de que está em estado de graça. Mas para se aproximar ainda mais de Deus, pode até participar da Eucaristia (ou da ceia do Senhor), conforme a sua igreja.
Desta forma a pessoa está de bem com o Pai Eterno e apto a conversar com Ele através das suas orações. Muitas vezes se alcança aí uma graça, ou seja, Deus, na maioria das vezes, atende aos pedidos daquele que foi perdoado dos seus pecados.
Portanto, a oração para chegar até Deus, tem de ser feita com humildade, pureza e fé. Para ser digno de ser atendido, primeiro deve-se orar pedindo bens espirituais como perdão dos pecados, salvação para a alma a fim de entrar na vida eterna, proteção, paz e sabedoria. Em segundo plano, podemos pedir ajuda para a solução dos nossos problemas do dia a dia.
Não convém pedir nada que possa nos prejudicar no futuro, como riquezas, dinheiro, acertar na loteria, etc..., mas pode-se pedir que Deus nos socorra em todas as nossas necessidades materiais também, pois, afinal estamos vivendo na matéria e não tem como a sobreviver sem receber o “pão nosso de cada dia”.
O ideal seria não termos que pedir nada a Deus, mas só agradecer pela nossa vida, por tudo o que Ele já tem feito por nós, mas como é impossível passar pela vida sem problemas que nem sempre podemos encontrar solução, recorrer ao Pai Santo para nos ajudar está perfeitamente correto. O próprio Cristo disse que se o nosso fardo for pesado, é só entregar-lhe que ele nos aliviará, isso eu afirmo com a autoridade de quem já foi beneficiado centenas de vezes.
Depois de recebida a graça, depois de ser atendido na sua oração, é muito importante agradecer. A melhor manifestação de reconhecimento é a gratidão. Certa vez Cristo, quando curou 10 leprosos, apenas um deles voltou e lhe agradeceu. E o Mestre lhe perguntou: não foram dez os limpos? E onde estão os nove? Não houve quem voltasse, para dar glória a Deus, senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou (Lc 17:17/19). Jesus nos garantiu que quando lhe pedimos bens espirituais, ele nos concede estas graças e por acréscimo nos manda os bens materiais que necessitamos, mesmo quando não os pedimos.

“Deus não castiga ninguém”, mas repreende aquele que comete iniquidades

Alguns acham que Deus, de tão bom, não castiga ninguém. Porém, pela Bíblia entendemos que esta afirmativa não está correta. Não falemos em castigo, mas repreensão através das provações.
“Castigo” é uma palavra forte demais para relacionarmos com Deus que é amor e bondade infinita. Todos trazem desde a infância um certo trauma da palavra “castigo”. Crianças não gostam da professora que aplica castigos. Pais enérgicos demais castigam os filhos e eles crescem com certa repugnância contra esta palavra. Daí a impressão de que aquele que é bom não castiga e quem impõe castigo não pode ser bom.
Muito pelo contrário, eu entendo que Deus, de tanta bondade, repreende sim, todo pecador. As suas sagradas repreensões servem para livrar os pecadores do fogo do inferno. Se somos merecedores de repreensões é porque cometemos erros. E se Deus nos repreende é porque ele não quer nos perder, mas que aprendamos as lições da vida para não termos de fazer de novo o dever de casa quantas vezes for necessário, até que sejamos aprovados no vestibular da vida eterna no seu Reino. A expulsão de Adão e Eva do Paraíso, por causa da desobediência, foi a primeira provação que o ser humano recebeu, originando daí o “pecado original”, aquele que já nascemos com ele.
É por causa deste preconceito com a palavra “castigo” que muitos preferem dizer que “Deus não castiga ninguém”, mas cada um sofre as conseqüências pelas suas omissões, arrogâncias, hipocrisias, desobediência quanto aos sagrados preceitos divinos, etc. No antigo testamento está escrito: “Repreenderei a iniqüidade em todos aqueles a quem eu quero bem, até a sétima geração daqueles que me odeiam..., mas perdoarei até a milésima geração daqueles que me amam”.
Por esta afirmativa do próprio Deus a Moisés podemos avaliar que o seu castigo é cheio de amor e dura até o momento em que o ser humano reconhece o erro cometido e pede perdão. Aí é perdoado até a sua milésima geração. Temos centenas de exemplos do perdão de Deus em toda a Bíblia. O que não podemos é passar por esta vida mergulhados no pecado, no materialismo, e morrer sem nos converter, sem tempo para fazermos exames de consciência e nos corrigir.
Disse o Senhor: “Se o meu povo, que me chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”. (2 Crônicas 7:14 NVI)
Na verdade todo pai amoroso corrige o filho que faz travessuras. Nós somos filhos de Deus e vivemos fazendo travessuras, pois transgredimos seus preceitos, isto é, pecamos. Este pai nos manda um aviso para o nosso próprio bem, como fazem os pais aqui na terra quando seu filho comete alguma travessura: “filho, não faça isso.” E o filho costuma questionar o pai: “porquê?” E nós também vivemos questionando Deus, esquecidos de que Ele não precisa nos dar nenhuma satisfação. As respostas de todos os “porquês” da vida estão na Bíblia, é só ler e entender.
Os menos espiritualistas só se convertem nas ocasiões de dificuldades. Muitos, como diz a gíria popular “só pegam no tranco” para entender as coisas de Deus.
Ocorre que, na vida de alguns, depois de passar pelas advertências mais severas, tudo volta a ficar no esquecimento e o pai vai perdendo, de novo, o seu filho de vista. O menino travesso está lá na pontinha da escada que vai cair a qualquer momento podendo até provocar-lhe a morte. O pai não quer isto. Não quer que seu filho perca a vida, mas percebe que o garoto é daqueles que não se intimida, não aprende o bom caminho a não ser com safanões. Então ele pega a correia e lhe aplica merecidas chibatadas.
O menino chora e esperneia, mas o pai fez isso por amor, pois não quer perdê-lo nunca. O pai tem visão do que pode acontecer e o filho não tem visão nenhuma. Nós aqui nesta vida; não temos visão nenhuma. A opção certa é confiar em quem tudo vê lá do alto e tudo pode; ser fiel a ele que quer tanto o nosso bem que até mandou seu filho que, depois de nos ensinar os propósitos do pai, sofreu e morreu por nossa causa. Entendemos que Deus tem um plano na vida de cada um. Tudo é feito com justiça no plano de Dele, mas seus mistérios escapam ao nosso entendimento, como no caso de Jó.
As punições divinas têm por finalidade a conversão do pecador. Uma vez obtida a conversão, a cólera de Deus dá lugar à sua tão grande misericórdia que pode se estender até a milésima geração.
Acho prejudicial a afirmativa de que Deus não castiga ninguém, desacompanhada de maiores explicações, porque os fiéis mal esclarecidos, os viciados, os marginais e outras ovelhas desgarradas, ouvindo isto podem entender que não precisam se corrigir e nem se converter, pois se não há castigos para nos redimir, também não pode haver inferno na outra vida. Seria muito injusto se eles fossem salvos sem se arrepender e conviver, na outra vida com os que se santificaram.
Tem gente que só aprende as lições da vida diante das provações. Muitos aprendem prestando atenção na vida dos outros. E tem aqueles que não aprendem nem cometendo seus próprios erros. Se o leitor se interessou pelo assunto e quer saber se há alguma referência na Bíblia que confirme estas afirmativas, leia em Levítico cap. 26 vers. 3 a 43.